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By: cavaleiro negro unico high tech

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Monday, 26-Sep-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
CAVALEIRO_NEGRO_HIGH_TECH & CAVALEIRO_NEGRO_UNICO_HIG_TECH

 
Quem, tive, orkut e quiserem a me add. Este é os meus 2 perfil.......
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Tuesday, 2-Aug-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ZORRO, EM DESENHO ANIMANDO

 
No século XIII, a Califórnia era governada pela espanha. Terríveis injustiças eram cometidas sobre o povo por maléficos governantes. Mas, tinha um homem que se opunha a tudo isso. Vestia-se de negro e tinha máscara, o seu nome era Zorro. Essa é a versão anime da história de tradicional de Zorro. Só que com algumas modificações.



Monday, 1-Aug-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
UM OUTRO PERSONAGÉM

 
Lone Ranger foi incorretamente traduzido no Brasil, ou melhor, foi confundido mesmo, com outro personagem, o Zorro , propriedade da Disney e famoso por aqui por um seriado de TV, o que causa bastante confusão quando se fala neles. Em comum, os dois justiceiros tinham apenas a ambientação histórica de suas aventuras, nos EUA do século XIX, e uma máscara tipo Robin cobrindo a cara. Lone Ranger é um texano que monta o cavalo Silver, é ajudado por um índio, conhecido como Tonto, e tem armas que disparam balas de prata nos bandidos; o verdadeiro Zorro é da Califórnia (do tempo em que aquelas terras pertenciam ao México), inimigo do Sargento Garcia, auxiliado por um criado, mudo, chamado Bernardo e usa uma espada para marcar seus adversários com um Z. De maneira bem parecida com o que fez com os patos Disney, Dorfman analisou teoricamente a ideologia por trás das HQs do Lone Ranger. Sempre com o viés marxista, o autor aponta as motivações, a ideologia, o porquê da máscara, o uso da violência etc. O resultado é uma galeria de frases fortes como esta, da pág. 36:
"Cada episódio de Zorro (e cada aventura em cada revista subliterária) é um ato de omissão, um silêncio, um livro de história com todas as páginas em branco e com tinta invisível. Projeta-se reiteradamente, e desde a mais tenra idade, uma visão do templo do passado que limpa a violência, que apaga os conquistados, a luta que se estabeleceu, o sangue que mancha cada precipício e rocha do vale, cada máquina fotográfica do turista, este turista que visita o vale como o leitor visita a revista do Zorro [Lone Ranger]".
Ou esta outra, da pág. 48:
"O objetivo inconsciente da literatura de massas é, portanto, capacitar o leitor ideologicamente para que interprete seus incessantes problemas reais desde um ponto de vista e desde uma possível solução predeterminada e preconceituosa, desde a ideologia da classe economicamente dominante".
Ou, ainda, esta da pág. 65:
"Portanto, o que a subliteratura trata de fazer é que tanto dominadores como dominados careçam de consciência real quando defrontados com sua crise".

Enfim, seria relativamente simples fazer uma coletânea das frases de efeito de autoria de Dorfman e contra-argumentar. Mas seria também repetir o que já fizemos aqui no texto "Como Ser Expulso de Patópolis". Para rebater o estilo empregado pelo intelectual, podemos usar o prefácio da edição brasileira do livro, escrito pelo também pesquisador, e autor de livros sobre quadrinhos, Orlando Miranda. Mesmo vendo com simpatia o trabalho dos chilenos, enfatizando o pioneirismo da experiência de propostas alternativas ao grande esquemão de entretenimento, o prefaciador não pôde se negar a analisar a precariedade das idéias reunidas por eles. "Claro, pelas próprias circunstâncias de seu advento, não se poderia esperar que a característica marcante do 'grupo chileno' fosse a riqueza teórica, ou mesmo a originalidade da análise", aponta Miranda e mais à frente completa: "Obviamente, e à luz de contribuições metodológicas mais recentes, se poderia acusar tal modelo de análise de recair em uma simplificação banalizadora. E de fato, desde um ponto de vista teórico, elas são vítimas de um esquematismo empobrecedor". Para ser mais explícito, Miranda apontou algumas das falhas da metodologia daquele pessoal: "Ela toma como estático o que é dinâmico (já que o universo das estorietas pode apresentar uma transformação constante), apresenta como unívoco o que é múltiplo (desde que o significado das estorietas não é dado por um 'gênio criador', mas por um processo capitalista de produção que incorpora as contradições inerentes às relações produtivas), e supõe o consumidor como uma massa acrítica e desprotegida". Em nome da precisão, é necessário dizer que nessa última análise, o prefaciador se referia ao livro de 1971, ele parecia acreditar que houve uma evolução em Dorfman e seus amigos do peito, algo que discordo muito.


Saturday, 30-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ANTIGO>> ZORRO

Houve um tempo em que os americanos faziam o povo sonhar com os olhos bem abertos e atentos. Entre os os anos 20 e 50, os cinemas viviam abarrotados de pessoas que iam buscar em sua escuridão, a magia que não se via nas ruas. A febre era tanta que os fãs partiam desesperadamente para Hollywood a fim de conhecer de perto as fábricas que vendiam aquela ilusão visionária.

Utopia por utopia, a efemeridade do poder foi caindo e surgiu então a fase dos seriados e séries. Talvez não querendo mais ser enganados por Hollywood, o povo passou a valorizar mais as séries para tevê.

Entre as várias séries produzidas a partir dos últimos anos da década de 50, uma dos que mais se destacou foi Zorro, produzida pelos estúdios Disney, versão que iremos mais abordar neste artigo. Talvez, tenha sido esse o precursor da supremacia das séries de tevê, que durariam até o final dos anos 70.

O objetivo deste artigo não é entrar em detalhes técnicos sobre Zorro. Pratiquemos apenas um ato de respeito e consideração a esta figura emblemática e lendária que marcou a nossa infância e que, até hoje, passeia sobre a mente aguçada dos fãs.

VEJA, EM BAIXO


Friday, 29-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
MAIS VERSÕES

Douglas Fairbanks Jr.
Tyrone Power
Observemos algumas curiosidades quanto a criação do personagem e sua vitoriosa trajetória no mundo do entretenimento.

Zorro, que em espanhol significa "raposa", foi criado por um repórter policial que atendia pelo nome de Johnston McCulley. Em 1919, foi impressa a "The Curse of Capistrano", primeira história dos quase 80 livros com o personagem.

O primeiro a interpretar Zorro no vídeo, registrando assim as marcas do justiceiro (a espada, o chicote, a máscara e a sua famosa marca "Z"), foi o ator Douglas Fairbanks Jr., nos filmes-mudos "A Marca do Zorro" (1920) e "O Filho do Zorro" (1925). A produção original, foi refilmada com Tyrone Power em 1940 e para a tevê, com Frank Langella, em 1974. Entre 1951 e 1974, vários filmes foram realizados na Europa - o melhor foi "Zorro" de 1975, com Alain Delon. Em 1981, Jorge Hamilton protagonizou a sátira "As Duas Faces de Zorro".

Em 1937, os estúdios Republic Pictures lançaram o herói em um seriado com episódios de 20 minutos, exibidos semanalmente nos cinemas. Nos cinco anos seguintes, foram realizados outros quatro seriados, com destaque para "A Legião do Zorro", de 1939.

Entre 1981 e 1983, a CBS/Filmation produziram a primeira série animada do personagem, As Novas Aventuras de Zorro. Já a Warner Bros., atualizou a fórmula com novas técnicas de animação e cores vibrantes e produziu em 1997 mais uma versão animada.

Em 1998, Steven Spielberg produziu a superprodução "A Máscara do Zorro", com a brilhante direção do diretor Martin Campbell ("007 Contra Goldeneye"), protagonizada pelos astros Antônio Banderas e Athony Hopkins.




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