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By: cavaleiro negro unico high tech

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Monday, 26-Sep-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
CAVALEIRO_NEGRO_HIGH_TECH & CAVALEIRO_NEGRO_UNICO_HIG_TECH

 
Quem, tive, orkut e quiserem a me add. Este é os meus 2 perfil.......
http://www.orkut.com/Home.aspx?xid=8897040888057483527
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7180623644663091203

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Tuesday, 2-Aug-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ZORRO, EM DESENHO ANIMANDO

 
No século XIII, a Califórnia era governada pela espanha. Terríveis injustiças eram cometidas sobre o povo por maléficos governantes. Mas, tinha um homem que se opunha a tudo isso. Vestia-se de negro e tinha máscara, o seu nome era Zorro. Essa é a versão anime da história de tradicional de Zorro. Só que com algumas modificações.


Cara vc é mesmo fanático pelo zorro né? Ah! vc me acrescentou em seus contatos, depois se puder vá lá no msn pra gente tc e nos conhecer melhor, pois eu não me lembro de vc... hehehe
Falow ae, um abraço!!!
Lucas
Wed 3-Aug-2005 10:48
Posted by:Lucas
eu curto animes Wed 9-Dec-2009 22:06
Posted by:nei
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Monday, 1-Aug-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
UM OUTRO PERSONAGÉM

 
Lone Ranger foi incorretamente traduzido no Brasil, ou melhor, foi confundido mesmo, com outro personagem, o Zorro , propriedade da Disney e famoso por aqui por um seriado de TV, o que causa bastante confusão quando se fala neles. Em comum, os dois justiceiros tinham apenas a ambientação histórica de suas aventuras, nos EUA do século XIX, e uma máscara tipo Robin cobrindo a cara. Lone Ranger é um texano que monta o cavalo Silver, é ajudado por um índio, conhecido como Tonto, e tem armas que disparam balas de prata nos bandidos; o verdadeiro Zorro é da Califórnia (do tempo em que aquelas terras pertenciam ao México), inimigo do Sargento Garcia, auxiliado por um criado, mudo, chamado Bernardo e usa uma espada para marcar seus adversários com um Z. De maneira bem parecida com o que fez com os patos Disney, Dorfman analisou teoricamente a ideologia por trás das HQs do Lone Ranger. Sempre com o viés marxista, o autor aponta as motivações, a ideologia, o porquê da máscara, o uso da violência etc. O resultado é uma galeria de frases fortes como esta, da pág. 36:
"Cada episódio de Zorro (e cada aventura em cada revista subliterária) é um ato de omissão, um silêncio, um livro de história com todas as páginas em branco e com tinta invisível. Projeta-se reiteradamente, e desde a mais tenra idade, uma visão do templo do passado que limpa a violência, que apaga os conquistados, a luta que se estabeleceu, o sangue que mancha cada precipício e rocha do vale, cada máquina fotográfica do turista, este turista que visita o vale como o leitor visita a revista do Zorro [Lone Ranger]".
Ou esta outra, da pág. 48:
"O objetivo inconsciente da literatura de massas é, portanto, capacitar o leitor ideologicamente para que interprete seus incessantes problemas reais desde um ponto de vista e desde uma possível solução predeterminada e preconceituosa, desde a ideologia da classe economicamente dominante".
Ou, ainda, esta da pág. 65:
"Portanto, o que a subliteratura trata de fazer é que tanto dominadores como dominados careçam de consciência real quando defrontados com sua crise".

Enfim, seria relativamente simples fazer uma coletânea das frases de efeito de autoria de Dorfman e contra-argumentar. Mas seria também repetir o que já fizemos aqui no texto "Como Ser Expulso de Patópolis". Para rebater o estilo empregado pelo intelectual, podemos usar o prefácio da edição brasileira do livro, escrito pelo também pesquisador, e autor de livros sobre quadrinhos, Orlando Miranda. Mesmo vendo com simpatia o trabalho dos chilenos, enfatizando o pioneirismo da experiência de propostas alternativas ao grande esquemão de entretenimento, o prefaciador não pôde se negar a analisar a precariedade das idéias reunidas por eles. "Claro, pelas próprias circunstâncias de seu advento, não se poderia esperar que a característica marcante do 'grupo chileno' fosse a riqueza teórica, ou mesmo a originalidade da análise", aponta Miranda e mais à frente completa: "Obviamente, e à luz de contribuições metodológicas mais recentes, se poderia acusar tal modelo de análise de recair em uma simplificação banalizadora. E de fato, desde um ponto de vista teórico, elas são vítimas de um esquematismo empobrecedor". Para ser mais explícito, Miranda apontou algumas das falhas da metodologia daquele pessoal: "Ela toma como estático o que é dinâmico (já que o universo das estorietas pode apresentar uma transformação constante), apresenta como unívoco o que é múltiplo (desde que o significado das estorietas não é dado por um 'gênio criador', mas por um processo capitalista de produção que incorpora as contradições inerentes às relações produtivas), e supõe o consumidor como uma massa acrítica e desprotegida". Em nome da precisão, é necessário dizer que nessa última análise, o prefaciador se referia ao livro de 1971, ele parecia acreditar que houve uma evolução em Dorfman e seus amigos do peito, algo que discordo muito.

Cara vc é mesmo fanático pelo zorro né? Ah! vc me acrescentou em seus contatos, depois se puder vá lá no msn pra gente tc e nos conhecer melhor, pois eu não me lembro de vc... hehehe
Falow ae, um abraço!!!
Lucas
Wed 3-Aug-2005 10:46
Posted by:Lucas
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Saturday, 30-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ANTIGO>> ZORRO

Houve um tempo em que os americanos faziam o povo sonhar com os olhos bem abertos e atentos. Entre os os anos 20 e 50, os cinemas viviam abarrotados de pessoas que iam buscar em sua escuridão, a magia que não se via nas ruas. A febre era tanta que os fãs partiam desesperadamente para Hollywood a fim de conhecer de perto as fábricas que vendiam aquela ilusão visionária.

Utopia por utopia, a efemeridade do poder foi caindo e surgiu então a fase dos seriados e séries. Talvez não querendo mais ser enganados por Hollywood, o povo passou a valorizar mais as séries para tevê.

Entre as várias séries produzidas a partir dos últimos anos da década de 50, uma dos que mais se destacou foi Zorro, produzida pelos estúdios Disney, versão que iremos mais abordar neste artigo. Talvez, tenha sido esse o precursor da supremacia das séries de tevê, que durariam até o final dos anos 70.

O objetivo deste artigo não é entrar em detalhes técnicos sobre Zorro. Pratiquemos apenas um ato de respeito e consideração a esta figura emblemática e lendária que marcou a nossa infância e que, até hoje, passeia sobre a mente aguçada dos fãs.

VEJA, EM BAIXO

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Friday, 29-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
MAIS VERSÕES

Douglas Fairbanks Jr.
Tyrone Power
Observemos algumas curiosidades quanto a criação do personagem e sua vitoriosa trajetória no mundo do entretenimento.

Zorro, que em espanhol significa "raposa", foi criado por um repórter policial que atendia pelo nome de Johnston McCulley. Em 1919, foi impressa a "The Curse of Capistrano", primeira história dos quase 80 livros com o personagem.

O primeiro a interpretar Zorro no vídeo, registrando assim as marcas do justiceiro (a espada, o chicote, a máscara e a sua famosa marca "Z"), foi o ator Douglas Fairbanks Jr., nos filmes-mudos "A Marca do Zorro" (1920) e "O Filho do Zorro" (1925). A produção original, foi refilmada com Tyrone Power em 1940 e para a tevê, com Frank Langella, em 1974. Entre 1951 e 1974, vários filmes foram realizados na Europa - o melhor foi "Zorro" de 1975, com Alain Delon. Em 1981, Jorge Hamilton protagonizou a sátira "As Duas Faces de Zorro".

Em 1937, os estúdios Republic Pictures lançaram o herói em um seriado com episódios de 20 minutos, exibidos semanalmente nos cinemas. Nos cinco anos seguintes, foram realizados outros quatro seriados, com destaque para "A Legião do Zorro", de 1939.

Entre 1981 e 1983, a CBS/Filmation produziram a primeira série animada do personagem, As Novas Aventuras de Zorro. Já a Warner Bros., atualizou a fórmula com novas técnicas de animação e cores vibrantes e produziu em 1997 mais uma versão animada.

Em 1998, Steven Spielberg produziu a superprodução "A Máscara do Zorro", com a brilhante direção do diretor Martin Campbell ("007 Contra Goldeneye"), protagonizada pelos astros Antônio Banderas e Athony Hopkins.



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Thursday, 28-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Versões:1959

Capitão Monastário (Britt Lomond)
Don Diamond (Cabo Reys)
Bernardo (Gene Sheldon)

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Wednesday, 27-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
ANO 1.958

Walt Disney e Guy Williams: Coordenadas
(Guy Williams)
Don Diego de La Vega/Zorro
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alt Disney lançaria a versão mais famosa de Zorro: a série com Guy Williams! Por vários fatores, quase que o projeto não acontece. Mas por ironia do destino, ainda em 1957, quando Walt Disney montava a sua Disneyland, as negociações com a Rede ABC foram fechadas e no ano seguinte, Zorro entrava no ar. Eis que surgia então o cavaleiro mascarado, o justiceiro que se opunha à opressão, ao poder massificador que se instaurava na Los Angeles dominada pelos espanhóis.

Zorro é um Robin Hood de espadas, um bom ladrão que devolvia aos pobres o maior produto deles roubado: a dignidade. No romper da noite, tira vantagem de ser negro em roupa e capa e surge como desapare: do nada. Simplesmente, defende o direito natural de vida do pobre, esmagado pelo poder.

Zorro é herói até hoje, pois o povo o identifica com a figura de homens que revolucionam. Daqueles que ao invés de levantarem a certeza da derrota, levantam a espada.

O personagem representante máximo era Dom Diego de La Vega, filho único de Dom Alexandre de La Vega, rico proprietário da região. Tido por preguiçoso e covarde, Dom Diego mantinha uma aparência nobre, principalmente para as mulheres. Para os homens, aparenta inofensivo e distraído e não se faz de rogado. Deixa ser observado como tal, para camuflar o seu verdadeiro propósito: a justiça. Dotado de uma paciência típica dos "xadrexistas", Diego monta previamente todo seu esquema de ação e parte, sempre com a certeza de sucesso. Mantém um relacionamento fraterno com o seu fiel criado, o mudo Bernardo, que se faz de surdo para ouvir segredos e contar ao seu mestre. Além disso, disfarça o mascarado por várias vezes, a fim de manter viva a identidade do herói.

Zorro tem como inimigos, o Capitão Monastário, exímio espadachim, com quem trava inúmeras batalhas. O Sargento Garcia, obesa figura do exército, que mais se preocupava em contar vantagens para Dom Diego e degustar um bom vinho, do que realmente perseguir o herói Zorro. Há ainda o vilão Águia, agente inescrupuloso que sempre manipula seus subordinados e aparece para complicar a vida de Zorro.

Nosso herói marcou pela sua generosidade com o espectador, pois em todos os episódios saiu vencedor e com um detalhe: traz nas entrelinhas a mensagem de que em todo lugar que não há justiça, sempre desperta em alguém o desejo de fazê-la. E ainda: a marca do "Z" faz com que o telespectador entenda que a ofensa dói quando lembrada. A marca lembra aos maus, que o direito de viver com dignidade é inerente a todo ser humano.

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Tuesday, 26-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
GUY WILIAMS ( ZORRO)

 
Guy Williams nasceu no dia 14 de janeiro de 1924 em Nova Iorque, seu verdadeiro nome é Armando Catalano mas todos o chamavam de Guido. Armando estudou na Peekskill Military High School um colégio militar, mas não era um estudante aplicado. Sua maior preocupação era procurar emprego, ele sempre trabalhava durante as férias escolares. Ele encerrou os estudos e começou uma carreira de modelo fotográfico e ator. Foi nesta época que seu agente, Henry Wilson, mudou seu nome para Guy Williams. Fanático por xadrez, Williams dividia seu tempo entre as fotos publicitárias e o Manhatan Chess Club. Durante uma sessão de fotos para um anúncio, Guy conheceu a modelo Janice Cooper com quem se casou poucos meses depois. O casal teve 2 filhos, Steve (1952) e Toni (1958). Em 1957, foi convidado por Walt Disney para fazer o papel de Zorro e Williams se tornou um astro e resolveu seus problemas financeiros, além do salário, ele recebia 2,5% dos lucros da série.

Devido a problemas entre a NBC e Walt Disney a série foi cancelada. Neste período Guy fazia aparições públicas, vestido como o personagem, em eventos na Disneylandia para manter a imagem de Zorro viva. Guy ainda fez filmes como O Príncipe e o Mendigo, Capitão Simbad e estrelou a série Bonanza. Em 1964 foi convidado para fazer Perdidos no Espaço e aceitou, dizem que o único motivo que fez ele aceitar foi o fato dos estúdios da Fox ficarem perto de sua casa. Em 1968 a série chegou ao fim. Em 1973 recebeu um convite de Isabela Perón para fazer aparições públicas na Argentina, ele viajou para a Argentina com a esposa Janice e o amigo Henry Calvin (Sargento Garcia). Impressionado com o carinho dos argentinos, dividia seu tempo entre Buenos Aires e Los Angeles passando mais tempo na Argentina a partir de 1978. No início da década de 80 ele se divorciou e passou a viver com a atriz e jornalista Araceli Lisazo com quem dividia sua residência também nos Estados Unidos. Durante o período em que viveu na Argentina, fez aparições públicas e chegou a trabalhar no ramo imobiliário. Após sua enfermidade, largou tudo e, nos últimos anos, cogitava fixar residência nos Estados Unidos, quando veio a falecer no dia 04 de maio de 1989. O corpo foi enterrado no cemitério La Chacarita em Buenos Aires sem a presença da Família, mais tarde, seu filho Steve acompanhou a remoção do corpo para os Estados Unidos onde foi cremado e suas cinzas jogadas ao mar. Fonte: site Geyson Home Page

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Monday, 25-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Vovô Zorro & Capitão Monastário

vovô e Capitão Monastário
Dom Diego De La Vega, Capitão Monastário, Sargento Garcia, o mudo Bernardo e todos os outros personagens dessa trama criada nos anos 40/50 e cultuada mundialmente são apresentadas até hoje em vários países do mundo. Em 1992 foi lançada uma versão colorizada por computador. Na versão colorizada em português felizmente mantiveram a dublagem original. A história se passa na Califórnia espânica, onde a Coroa Espanhola enviava seus mandatários para administrarem com mão de ferro os povoados recem formados. O Capitão Monastário era esse homem que abusava de seu poder e era absolutamente corrupto. Dom Diego chegou da Espanha para rever o Pai e começou a lutar contra os abusos de Monastário se utilizando da alcunha de Zorro, um mascarado com se valia de uma espada e de uma marca famosa, um "Z". Havia uma quadrilha de criminosos tentando se apossar da região. Essa quadrilha tinha um líder misterioso chamado O Águia. Zorro tentava descobrir quem era o Águia e como destruí-lo e ao seu bando.

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Sunday, 24-Jul-2005 00:00 Email | Share | | Bookmark
Nossas Revistinha

 
 
O fato é que se o leitor separava as revistas na sua coleção por gênero, com a Ebal corria o risco de ver um super-herói invadindo o espaço dos cowboys ou dos detetives, com certa freqüência. Na verdade, o fã só não tinha que se preocupar com os quatro títulos principais da editora, que estiveram presentes nas bancas por mais tempo do que quaisquer outros: Superman, Batman, Tarzan e Zorro.

Em tempo, este Zorro era o amigo do Tonto, dono do Silver: o Lone Ranger. Hoje muita gente acha um absurdo que tenham dado ao personagem esse nome por aqui, em vez de chamá-lo de O Cavaleiro Solitário.

Não se sabe o motivo disso, mas o fato é que não incomodava ninguém na época, até porque as histórias do verdadeiro Zorro, o oficial, sempre foram poucas, publicadas aqui e ali, de vez em quando, inclusive pela própria Ebal; enquanto que o Zorro do Tonto (Lone Ranger) estava nas bancas todo mês, em edições normais, extras e almanaques.

Além disso, essa confusão existia nas telas também. Todos tinham assistido ao filme A Marca do Zorro, com Tyrone Power, mas havia um seriado de cinema, que se chamava Zorro's Fighting Legion, com um personagem tipo cowboy e não capa e espada. Quando apareceu, por aqui, muitos anos depois, a ótima série de TV da Disney, com Guy Williams fazendo o papel do herói cujo alter ego era Don Diego de LaVega, já estava passando também o seriado do Lone Ranger, com o nome de Zorro, estrelada por Clayton Moore. Ou seja, era confuso mesmo, mas ninguém se incomodava. O negócio era curtir os dois.

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